
No segundo turno, a falta de ônibus levou PT e PL a pedir mais tempo de votação, segundo o UOL. O impasse ajuda a entender a cobrança de Gilmar Mendes pela imparcialidade de quem dirige o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele não citou Kassio Nunes Marques, presidente da Corte, pelo nome.
Crítica ao comando do tribunal
Na íntegra reproduzida pelo UOL, Gilmar escreveu que “silêncios e hesitações não são neutros”. Segundo o ministro, omissões na direção podem favorecer decisões contraditórias e obrigar outras instâncias a resolver questões que deveriam ter sido enfrentadas na origem.
Gilmar também alertou que essa hesitação pode oferecer pretexto a ataques contra um sistema eleitoral que considera íntegro e confiável. Sua crítica à condução do tribunal veio acompanhada da defesa da validade do processo eleitoral, como registrou o SBT News.
A disputa pelo acesso ao voto
Sem uma decisão de Kassio sobre os pedidos de ampliação do horário, o PT recorreu ao STF. Cristiano Zanin determinou a extensão, segundo o UOL.
O balanço oficial do TSE confirma que a medida estendeu a votação das 17h às 19h nas seções ainda abertas. Urnas já encerradas não puderam ser reabertas. Kassio afirmou que buscou informações técnicas antes de decidir e apontou dificuldades operacionais para uma mudança perto do fim da votação.
