
A ordem de busca cumprida em Teresópolis (RJ) partiu da Justiça Eleitoral do Distrito Federal. A Polícia Federal apura desde agosto de 2026 mensagens contra a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) e sua família. A busca de 3 de novembro foi batizada de Operação Mahin.
O que a PF investiga
Segundo a PF, a investigação envolve ameaça, injúria racial, racismo e violência política pela internet. O suspeito já havia sido preso na cidade por suspeita de envolvimento em outro crime.
O comunicado da corporação não informa o nome dele.
Talíria cobra resposta contra a intimidação
Em nota reproduzida pela Agência Brasil, a parlamentar pediu que os inquéritos avancem até a identificação e a punição dos responsáveis. Ela afirmou que a violência política de gênero precisa receber uma resposta do Estado e denunciou a intimidação dirigida especialmente a mulheres negras e de esquerda que ocupam mandatos.
Talíria também relatou ameaças anteriores e um plano de morte que atribui à milícia do Rio de Janeiro. Essa referência integra o histórico exposto pela deputada; a PF não anunciou, na nota sobre a Operação Mahin, um vínculo do suspeito com milicianos.
