
O Brasil chegou a 103,6 milhões de pessoas ocupadas entre julho e setembro, recorde da série do IBGE iniciada em 2012. A taxa de desocupação caiu para 5,2%, a menor para um terceiro trimestre nesse período. Os dados da PNAD Contínua foram divulgados nesta sexta-feira (30).
Mais gente trabalhando
A ocupação cresceu em 581 mil pessoas frente ao trimestre de abril a junho e em 1,2 milhão na comparação com um ano antes. O desemprego atingia 5,6 milhões de pessoas, 234 mil a menos que no segundo trimestre. Na construção, o instituto registrou aumento de 210 mil ocupados, ou 2,8%, em três meses.
O governo Lula atravessa o último ano do mandato com expansão do trabalho e da renda total recebida pelos ocupados. Essa combinação amplia a capacidade de consumo das famílias, embora os ganhos não se distribuam igualmente entre os trabalhadores.
A renda total também avançou
O rendimento médio real habitual foi de R$ 3.790, estável no trimestre e 3,6% maior que um ano antes. A massa de rendimentos chegou a R$ 387,5 bilhões, recorde da série, com crescimento anual de 4,7%. Essa medida reúne a renda recebida pelo conjunto dos trabalhadores; difere do ganho médio de cada pessoa.
