
A campanha de Lula apresentou nesta quinta-feira, 22 de outubro, ao Tribunal Superior Eleitoral a autorização para ampliar a abertura de sigilos exigida por Flávio Bolsonaro. A equipe do senador foi ao mesmo tribunal e manteve uma condição: só disponibilizará os dados dele depois de conferir se o presidente atendeu a todos os pedidos. O escolhido para examinar o material foi Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Lava Jato e senador eleito pelo Novo no Paraná.
A resposta de Lula chegou ao tribunal
Camilo Santana, Guilherme Boulos e Edinho Silva estavam entre os representantes que levaram a manifestação ao TSE. Segundo o Metrópoles, o documento responde às condições apresentadas por Flávio na véspera. Lula aceitou incluir informações do Instituto Lula, do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e de gastos com cartão corporativo relacionados a Janja.
A disputa começou no debate da Band, no domingo, quando Lula propôs que ambos abrissem seus dados bancários e telefônicos. Flávio respondeu ao tribunal na quarta-feira autorizando o levantamento de vinte anos de informações, condicionado à ampliação dos dados do adversário, conforme a Agência Brasil. As petições foram encaminhadas ao ministro André Mendonça.
