
Nos pontos finais de Palmas, motoristas aguardam a volta dos ônibus em locais onde o sindicato cobra instalação de bebedouros e banheiros. A pauta da greve aprovada pelos empregados da Sancetur inclui também o piso salarial da categoria. Antes do início previsto da paralisação, em 3 de novembro, o Simtromet mantinha a mobilização sob uma ordem para deixar a maior parte da frota nas ruas.
Salário e condições básicas de trabalho
No comunicado de 28 de outubro, assinado pelo presidente José Antônio de Carvalho, o sindicato afirma que a empresa não aplica o piso da convenção coletiva e não apresentou proposta nova desde junho, nas negociações mediadas pelo Ministério Público do Trabalho. A assembleia de 23 de outubro fixou o início da paralisação para as 4h de 3 de novembro.
A categoria também pede o fim de descontos que considera indevidos no salário e no vale-alimentação, além do respeito à jornada e aos intervalos. O Jornal O Coletivo destacou na segunda-feira (2) a cobrança por estrutura nas estações e pontos finais.
Sindicato recorrerá dos limites à greve
Segundo o Jornal Opção Tocantins, o TRT da 10ª Região determinou, em liminar de 31 de outubro, a circulação de pelo menos 80% da frota e dos motoristas nos horários de pico e de 70% nos demais períodos, em todas as linhas e itinerários. A multa prevista é de R$ 30 mil por dia.
