
O sábado, 17 de outubro, reuniu mobilização por Lula nas redes, uma declaração de apoio de antigos adversários do PT e novas cobranças sobre o poder das plataformas digitais. O segundo turno se aproxima com disputas concretas sobre informação, segurança pública e liberdade de manifestação.
No exterior, a suspensão de novas sanções à Rússia por Donald Trump provocou críticas de Kiev. A violência de colonos na Cisjordânia chegou à agenda do governo norte-americano, enquanto manifestações nos Estados Unidos e em Portugal defenderam participação eleitoral, salários e serviços públicos.
Lula ganha mobilização e apoios antes do debate
André Janones convocou apoiadores a vestir verde e amarelo, fazer o L e publicar suas fotografias neste sábado. Lula, Geraldo Alckmin, parlamentares e artistas aderiram, como registraram Estado de Minas e Correio Braziliense. A ação disputou a associação das cores nacionais ao bolsonarismo e levou rostos conhecidos de cada comunidade para dentro da campanha, ampliando a conversa para além dos perfis oficiais.
Em São Paulo, Beatriz Cardoso, filha de FHC, Miguel Reale Júnior, José Carlos Dias, Rubens Ricupero e outros signatários apresentaram uma carta de apoio a Lula e Alckmin. A íntegra reúne 15 nomes e vincula a escolha à defesa das instituições, dos direitos e da soberania. Os participantes mantêm suas críticas ao governo e apontam riscos no projeto de Flávio Bolsonaro. A adesão oferece uma ponte para eleitores que não se identificam com a esquerda.
Na atualização publicada às 20h01, a Band confirmou que Lula e Flávio se preparavam para o primeiro debate do segundo turno, marcado para domingo, 18 de outubro, às 20h. Lula concentrou reuniões em Brasília. O encontro televisivo ocorre uma semana antes da votação e abre espaço para cobrar dos candidatos como suas propostas atingem trabalho, renda e serviços públicos.
O presidente do PT, Edinho Silva, defendeu neste sábado a votação da PEC da Segurança Pública e afirmou que Lula criará um ministério específico após sua aprovação, segundo o Metrópoles. Também criticou a proposta defendida por Flávio de retirar a obrigatoriedade de marcação de munições. O centro dessa cobrança é a capacidade de rastrear armas e munições e investigar as redes que abastecem o crime organizado.
