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Depois de liderar o grupo 300 do Brasil, a ativista declarou arrependimento e criticou a obediência exigida dentro do movimento.

Ex-ministro de Bolsonaro, Santos Cruz criticou a manipulação dos apoiadores diante dos quartéis e defendeu o papel das instituições.

O empresário ajudou a organizar a candidatura de 2018 e, quatro anos depois, tornou público seu arrependimento.

Demitido durante a pandemia, o ex-ministro descreveu a disputa entre as orientações da pasta e o aconselhamento paralelo de Bolsonaro.

Em fevereiro de 2022, o ex-participante do BBB declarou arrependimento pelo voto de 2018 e criticou a condução da vacinação.

O músico apoiou a candidatura em 2018, tornou-se crítico do governo já em 2019 e explicou por que romper com a liderança não significou rever sua antiga rejeição ao PT.

Com milhões de seguidores, ele participou do campo digital que apoiou a candidatura de 2018, mas passou a atacar as alianças e decisões do presidente em 2019.

Em outubro de 2024, Otoni de Paula orou por Lula em uma cerimônia no Palácio do Planalto. A reação de antigos aliados foi imediata. O deputado federal e pastor, que havia feito campanha por Jair Bolsonaro, passou a receber ataques por um gesto que considerava parte de sua obrigação religiosa.

João Amoêdo ajudou a fundar o Novo, disputou a Presidência em 2018 e apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno daquele ano. Quatro anos depois, anunciou que votaria em Lula. A decisão o colocou em confronto com o partido que havia criado.

Alexandre Frota participou da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e levou essa aliança para o Congresso. Em dezembro de 2022, ao ser entrevistado pela TV Folha, apontou a ajuda à eleição do presidente como seu maior arrependimento político.

Uma montagem pornográfica de Joice Hasselmann chegou ao telefone de seu filho, então com 12 anos. A ex-aliada de Jair Bolsonaro relatou o episódio ao UOL Universa, em outubro de 2020, ao descrever os ataques que enfrentara depois do rompimento com o governo.

Depois de apoiar Jair Bolsonaro em 2018, Carlos Vereza decidiu que não repetiria o voto. Ao conversar com a Veja durante o Festival de Cinema de Vassouras, em 2022, o ator apontou o tratamento dado à cultura como uma razão central para o afastamento.